Veja como votou cada senador sobre a PEC do fim da escala 6×1

A Proposta de Emenda à Constituição

O Senado Federal aprovou na noite de quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1, com um expressivo placar de 75 votos a 1. Essa proposta tem como objetivo modificar a jornada de trabalho atual no Brasil, substituindo a escala 6×1 por uma nova configuração que permite maior equilíbrio entre a vida profissional e pessoal dos trabalhadores.

A PEC prevê uma redução gradual da carga horária de trabalho, que atualmente é de 44 horas semanais. A primeira fase consiste na diminuição da carga para 42 horas semanais em um período de dois meses após a promulgação da emenda. Além disso, implementará a obrigatoriedade de dois dias de descanso semanal remunerado. Após um ano, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

Como funcionará a nova jornada de trabalho

Com a aprovação da PEC do fim da escala 6×1, a estrutura de trabalho no Brasil passará a ter um formato mais alinhado às demandas atuais da sociedade. A mudança na carga horária implica não apenas na diminuição das horas trabalhadas, mas também na valorização do tempo de descanso dos trabalhadores. A nova jornada busca proporcionar melhor qualidade de vida, permitindo que os empregados possam dedicar mais tempo às suas famílias e ao seu bem-estar.

PEC do fim da escala 6x1

A transição é planejada para ocorrer em duas etapas: inicialmente, a redução para 42 horas acontecerá após dois meses da publicação da emenda, enquanto a alteração para 40 horas será implementada um ano depois. Essa transformação no ambiente laboral representa um avanço significativo nas leis trabalhistas brasileiras e é uma resposta às demandas de muitos setores da sociedade que clamam por melhores condições de trabalho.

Votação e repercussão da decisão

A votação da PEC do fim da escala 6×1 foi marcada pela participação ativa dos senadores, com apenas um deles se opondo à proposta. O senador Hamilton Mourão (Republicanos) foi o único a votar contra, enquanto quatro senadores estiveram ausentes durante a sessão. A aprovação da PEC teve forte apoio entre as fileiras do Senado, demonstrando uma tendência ao fortalecimento de políticas que priorizam direitos dos trabalhadores.

A repercussão da decisão é amplamente positiva entre sindicalistas e representantes de trabalhadores, que veem na aprovação da emenda um avanço em direção a uma melhor regulamentação das jornadas de trabalho no Brasil. Além disso, pesquisas recentes apontam que a maioria dos eleitores aprova a proposta, evidenciando um consenso social em relação à necessidade de mudanças nas normas trabalhistas vigentes.