Comparativo por macrorregiões
A mais recente pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, realizada entre 3 e 8 de outubro, mostra que Flávio Bolsonaro lidera em quatro das cinco macrorregiões do Brasil no segundo turno das eleições. No Centro-Oeste, Flávio obtém uma impressionante aprovação de 65,7%, enquanto seu principal concorrente, Lula, é apoiado por apenas 33,6% dos eleitores, resultando em uma vantagem de 32,1 pontos. No Sul, a vantagem de Flávio também é significativa, com 64,5% das intenções de voto, frente a 34,3% para Lula.
No Sudeste, a disputa é mais acirrada, com Flávio marcando 54,4% contra 42,9% de Lula. Na região Norte, a diferença é ainda menor, com Flávio apresentando 51,1% e Lula 48,5%, confirmando a competitividade das eleições. Por outro lado, no Nordeste, Lula tem um domínio claro, com 57,6% das intenções, enquanto Flávio conta com 36,2%, apresentando uma desvantagem de 21,4 pontos para o presidente atual.
Vantagem de Flávio no Centro-Oeste
No Centro-Oeste, a liderança de Flávio Bolsonaro é notável. Com 65,7% das preferências, ele estabelece uma margem confortável em relação a Lula, que obtém apenas 33,6%. Durante o primeiro turno, Flávio já havia conseguido 56,51% dos votos, o que mostra uma continuidade no apoio que recebe nessa região, crucial para o pleito.

Domínio de Lula no Nordeste
Por outro lado, o Nordeste continua sendo um bastião do apoio a Lula, que conta com 57,6% das intenções de voto nesta região, espaço onde o atual presidente sempre teve um forte apelo eleitoral. Flávio, embora tenha um suporte significativo, fica atrás com apenas 36,2%. Essa diferença acentua o desafio que o senador enfrenta para atingir uma ampla aceitação nesta macrorregião.
Disputa acirrada no Norte e Sudeste
A disputa no Norte é marcada por uma diferença mínima, onde Flávio tem 51,1% das intenções de voto, apenas 2,6 pontos à frente de Lula, que possui 48,5%. Isso demonstra como a região está polarizada e como cada voto pode ser decisivo. No Sudeste, a situação também é competitiva, com Flávio tendo 54,4% contra 42,9% de Lula, o que sugere uma esfera de contestação intensa que pode redirecionar a dinâmica da eleição.
A pesquisa foi realizada com 5.026 eleitores e possui uma margem de erro de 1 ponto percentual. O levantamento está registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-03663/2026.

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